sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Ortopedia - Guia de Consulta Rápida para Fisioterapia


Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 192
Editor: NOVA GUANABARA
ISBN: 9788527710398
Idioma: Português do Brasil
Preço: 22.31€
"Ortopedia - Guia de Consulta Rápida para Fisioterapia" é o primeiro livro da Série Physio, coleção de livros práticos e objetivos destinados a estudantes e profissionais de fisioterapia. Trata-se de um manual conciso, de consulta rápida, destinado a fornecer descrições e avaliações sobre a maioria dos distúrbios ortopédicos, bem como sugerir as melhores estratégias de tratamento. A estrutura do livro não poderia ser mais prática e objetiva. Organizado por regiões corporais, e no formato de tabelas, o texto relaciona as características, os sinais e sintomas, os testes especiais e as intervenções relativas a cada distúrbio. A relação de testes especiais apresentada após cada grupo de distúrbios ajudará o leitor analisar e interpretar a utilidade e a validade de cada teste. Esses testes também são estruturados de modo a evidenciar o que é relevante: finalidade, sinais de positividade, interpretação e comentários. Graças a esse formato inovador, cada tópico individual, seja teste ou distúrbio, pode ser consultado com extrema facilidade e rapidez. Esta obra constitui, sem dúvida, uma fonte altamente valiosa a ser utilizada em sala de aula e na atividade fisioterápica.
SUMÁRIO
1. Distúrbios, Cirurgias e Testes Especiais para o Ombro
2. Distúrbios do Cotovelo e Testes Especiais
3. Distúrbios do Punho e da Mão e Testes Especiais
4. Distúrbios e Cirurgias da Articulação Temporomandibular
5. Distúrbios Cervicais e Testes Especiais
6. Distúrbios Torácicos
7. Distúrbios Lombares e Testes Especiais
8. Distúrbios Sacroilíacos e Iliossacros e Testes Especiais
9. Distúrbios de Quadril e Coxa e Testes Especiais
10. Distúrbios do Joelho e Testes Especiais
11. Distúrbios do Tornozelo e Testes Especiais
12. Distúrbios do Pé e Testes Especiais
13. Exame Radiográfico Ortopédico para não-Médicos

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A espinha bífida é uma malformação do sistema nervoso, caracterizada pela presença de uma abertura na coluna para o exterior, devido ao canal vertebral (tubo neural) não fechar na totalidade. Há a formação de uma saliência mole (cisto) e a espinal-medula fica sem protecção. É congénito, ou seja, a criança já nasce com a malformação.
A coluna apresenta desde o pescoço até á parte inferior 4 tipos de vértebras: cervicais (C), dorsais (D), lombares (L) e sagradas (S). As cervicais (C1 a C7) controlam os movimentos da região cervical e dos membros superiores; as dorsais ou torácicas (D1 a D12) a musculatura do tórax, abdómen e parte dos membros superiores; as lombares (L1 a L5) os movimentos dos membros inferiores; e as sagradas (S1 a S5) controlam parte dos membros inferiores e o funcionamento da bexiga e intestino. Na espinha bífida, a medula e as raízes nervosas estão mal formadas a certo nível e os nervos envolvidos podem não ser capazes de controlar os músculos, causando paralisias ou diminuição acentuada da força muscular na parte inferior do tronco, podendo afectar os do abdómen e coluna.
A localização da espinha bífida determina a paralisia da criança (não se consegue mexer). Se for a nível dorsal ou L1, L2 a paralisia é alta, a nível de L3 é média e baixa se for L4, L5 ou sagradas.
A sensação de frio, calor, dor pode estar alterada, pelo que os pais devem estar atentos para estas situações. Devem comprar roupa confortável, evitar sapatos apertados e procurar diariamente feridas na pele. Estas crianças podem não conseguir controlar a urina e as fezes.
Origem
São vários os factores que podem originar a espinha bífida:
- Genéticas
- Ambientais (aparece mais em crianças nascidas no Inverno e em determinadas regiões)
- Idade avançada dos pais
- Haver outros casos na família
- Mães diabéticas ou a fazer medicação para convulsões têm maior probabilidade
- Défice de ácido fólico no organismo
- Ingestão de álcool
A ingestão do comprimido de ácido fólico a partir do momento que a mulher pensa engravidar e durante os primeiros meses de gravidez, reduz a probabilidade de surgir espinha bífida. O médico obstetra é que deve prescrever o medicamento.
Diagnóstico
A espinha bífida pode ser detectada no primeiro trimestre de gravidez com a realização de uma ecografia. Também é detectada no exame amniocentese em que é detectado conforme o valor da proteína alfa-fetoproteína no líquido amniótico.
Após o nascimento o médico observa a abertura da coluna para o exterior e a exposição de tecido nervoso que não está coberto com a pele. Pode haver alterações na disposição dos ossos do cérebro
Tratamento
O encerramento da lesão através de cirurgia é dos primeiros passos do tratamento. Deve ser avaliado de imediato a presença de hidrocefalia (líquido encefalorraquidiano em excesso no cérebro, aumentando a pressão dentro deste).
A criança deve iniciar fisioterapia, por prescrição médica, para corrigir algumas deformidades como pé torto ou coxa deslocada, fraca amplitude nas articulações, alterações no tronco e fortalecer a musculatura. O fortalecimento vai depender não só dos exercícios físicos desenvolvidos mas principalmente da zona da lesão.
Os pais podem colaborar no tratamento da criança após serem informados de forma clara sobre toda a situação da criança. Os terapeutas podem ensinar os pais a utilizar material para estimular a criança e comunicarem com ela (ex: desenhos).
O fisioterapeuta explica aos pais como devem pegar no bebe, virá-lo, vestir, para não agravar ou prejudicar os avanços que foram feitos.
Se a criança tiver deformidades ósseas ou para as evitar, pode-se recorrer a aparelhos para mobilizar os membros e a criança poder andar sem provocar agravamento da situação. Também podem fazer cirurgia ortopédica para corrigir as deformidades ósseas e melhorar o andar, caso a parte muscular o permita.
A partir dos 3 aos 5 anos a terapeuta consegue avaliar as capacidades na locomoção e actividades diárias. Podem iniciar natação, basquetebol e desportos em cadeiras de rodas para fortalecer a musculatura e interagir com outras crianças. Os pais devem incentivar a participar na alimentação, vestuário e higiene de forma a se tornar mais independente.
A partir dos 6 anos não se insiste na marcha porque se não conseguiu andar até esta idade, dificilmente vai andar. Nesta etapa os pais devem incentivar á independência. A criança vai para a escola, os professores devem ser informados da situação e necessidades da criança. Se esta usar cadeira de rodas vai necessitar de determinadas condições na escola. Deve ser incentivada a entrar nas actividades escolares e inclusão social.
Tipos de espinha bífida
Existe a espinha bífida oculta e a cística. Na oculta a maioria das pessoas não sabe que a tem porque não costuma dar sintomas nem necessita de tratamento. No local pode haver uma pequena depressão ou pelos. Há um defeito em uma ou mais vértebras, geralmente L5 ou S1. A medula e os nervos são normais.
Na espinha bífida cística a parte posterior do tubo neural não fecha. Se a malformação contém meninges e líquido encefalorraquidiano a espinha chama-se meningocele. Pode ser corrigido cirurgicamente e o bebe tem um desenvolvimento normal. Devem ser examinados para ver se tem hidrocefalia ou problemas de bexiga (bexiga neurogénica), para serem tratados na fase inicial.
Se a malformação contiver medula espinhal e/ou raízes nervosas é espinha bífida com mielomeningocele. Estes bebes têm um risco elevado de apanhar uma infecção pelo local da lesão, enquanto não for fechado por cirurgia. Geralmente apresentam paralisia nos membros inferiores, mal posicionamento dos pés, não controlam as fezes e têm problemas de bexiga. Pode haver atraso mental.

Parkinson

A doença de parkinson é provocada por um desequilíbrio do sistema nervoso central. Pode manifestar-se em qualquer idade, sendo mais comum a partir dos 50 anos e nos homens.
Etiologia
Não é conhecida a causa da doença. Nestes doentes as células produtoras de dopamina do cérebro estão mortas ou sofreram alterações nas suas funções.
A dopamina é um neurotransmissor (tem um papel importante na transmissão do impulso nervoso) importante na transmissão dos impulsos nervosos entre os neuróneos (celulas do cérebro) de forma coordenada.
As zonas afectadas no parkinson são as que controlam os movimentos inconscientes como por exemplo os músculos da cara, mãos e pernas.
Sinais e sintomas
A doença de Parkinson evolui de forma lenta e progressiva.
Os sinais mais característicos são o tremor, rigidez, bradicinésia e alteração da postura.
Estes doentes podem apresentar sudorese (transpiração) excessiva, depressão e demência.
O tremor é geralmente relacionado com esta doença pela população em geral. Afecta qualquer parte do corpo e pode ser mais acentuado num só lado.
O tremor está mais presente nos braços, mais especificamente nas mãos. O movimento característico dos dedos sugere o enrolar de um objecto pequeno e redondo.
Também se pode ouvir o barulho do ranger dos dentes.
A rigidez muscular pode surgir num estado mais avançado da doença e pode ser reduzida com medicamentos anti-Parkinson. Esta rigidez pode causar dor mais ao nível dos braços e ombros. Pode estar presente em um ou em ambos os lados do corpo, mas compromete todos os músculos da zona afectada.
Os doentes não conseguém expressar sentimentos na face, devido ao músculos estarem rígidos. A bradicinésia (movimentos lentos) é devida ao atraso do cérebro em transmitir as ordens de movimento, fazendo com que os doentes necessitem de mais tempo para iniciar um movimento.
A linguagem é lenta, podendo haver repetição de palavras ou sílabas no final desta.O movimento dos olhos pode não ser acompanhado pelo da cabeça.
Para saber se o doente tem bradicinésia pede-se para fazer movimentos repetidos e sucessivos como abrir e fechar a mão várias vezes. Estes gestos acabam por ser feitos de forma lenta e com pouca amplitude. Pode surgir periodos em que pára de fazer o movimento.
Com a evolução da doença os músculos tornam-se mais rígidos e os movimentos lentos, dificultando a execução de tarefas como o vestir e a alimentação.
A alteração da postura é devida em parte à rigidez muscular. Os doentes adoptam a postura de cabeça e tronco ligeiramente inclinados para a frente. As pernas e braços com alguma flexão (dobrados para a frente).Estes sintomas tornam o doente totalmente dependente da família.
Tratamento
A doença de Parkinson não tem cura. A medicação ajuda a melhorar os sintomas e atrasa a evolução da doença.Os medicamentos visam restabelecer os níveis de dopamina no cérebro.
Já é possível retirar a parte do cérebro responsável ou estimular essa parte com eléctrodos. O processo de estimulação é mais recente e com menos riscos uma vez que é feita na parte exterior do cérebro.
Pode ser necessário recorrer a fisioterapia para melhorar a força muscular, coordenação dos movimentos e o equilíbrio.
Estes doentes são mais susceptíveis a infeções respiratórias. A fisioterapia ajuda a libertar a expectoração.
Prognóstico
A doença é de evolução lenta e progressiva. As alterações que o doente vai sofrendo trazem grandes mudanças na sua vida e dos familiares.
O Parkinson não provoca a morte mas fragiliza o organismo tornando o doente mais propenso a outras doenças que podem ser fatais, como por exemplo a pneumonia.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Exercícios Terapêuticos - Planeamento do Tratamento para Progressão

ISBN: 9789898075116
Autor: Frances Huber, Chris Wells
Editora: Lusodidácta
Preço: € €42.53
Inclui DVD
Para lêr o resumo clique AQUI

COMO SER UM CAMPEÃO

Vários factores são fundamentais para produzir um campeão, nomeadamente:

Hereditariedade
Já diz o povo “Filho de peixe sabe nadar”.
Selecção da modalidade
A selecção da modalidade é um dos principais factores no sucesso desportivo. Escolher de acordo com estatura, morfotipo, motivação, genética familiar e prazer. É fundamental que o potencial campeão experimente várias modalidades e seja aconselhado por treinadores ou profissionais de educação física na selecção do desporto. De realçar que atletas com estruturas corporais favoráveis em determinadas fases do seu crescimento poderão ter um péssimo desempenho desportivo, sendo necessário forte apoio familiar e de treinadores para que não desista. É o que acontece com jovens adolescentes muito altos que devido à inadequação do padrão motor frequente nesta fase de crescimento rápido, têm fraco rendimento desportivo. Quando por exemplo a jogar futebol parecem desajeitados. Geralmente após terminar o período de crescimento rápido da adolescência são os que têm maior potencial de progressão.
Factores ambientais (espaços de treino, equipamento…)O exercício regular em jogos e brincadeiras servirá no futuro como reportório motor que facilitará novas aquisições motoras. O truque é pois deixar o jovem brincar muito e realizar exercício físico variado, sem o esgotar. É importante que aprenda a obter prazer com a actividade física. Sem dúvida os jovens que vivem perto de recintos de treino de fácil acesso têm vantagem sobre aquele que vive no meio da cidade longe de qualquer espaço desportivo.Nos desportos que exijam corrida, todos os que praticaram atletismo ainda que por poucos anos têm uma vantagem suplementar. Daí aconselharmos a futuros jogadores de basquetebol, andebol e futebol a treinar atletismo, visando melhorar a sua técnica de corrida, velocidade e resistência. É de ter sempre presente que mesmo os melhores profissionais de futebol são lentos, quando comparados com juniores especialistas em 100 e 200 metros. Se necessitar de apoio na programação de treino contacte-nos.O equipamento particularmente o calçado são de grande importância nas aquisições motoras e no desempenho. Quando tiver dúvidas aconselhe-se com treinador ou fisiatra. Dê preferência a calçado que já deu provas no terreno.
Factores motivacionais (família, amigos…)
É difícil para um jovem fazer algo que desgoste familiares e amigos. Essa aceitação é pedra basilar para o que se pode seguir.
Aprendizagem motora
É esta última que particularmente nos interessa, já que acções tão básicas como postura corporal, equilíbrio e técnica de marcha/corrida são determinantes na progressão do jovem desportista.Exercícios simples como estiramentos dos flexores e adutores das ancas, dos isquio-tibiais, dos quadricipetes e dos gémeos são fundamentais para manter em aberto todas as possibilidades de progressão, particularmente a primeira relativamente a postura, corrida e remates de futebol.A marcha/corrida e a postura estão directamente relacionadas, sendo muito mais fácil ter uma boa postura se o jovem tiver uma marcha/corrida correctas. Mochilas às costas, encurtamento dos flexores das ancas com a respectiva horizontalização do sacro e hiperlordose lombar, pouco ou nenhum movimento compensatório dos membros superiores durante a marcha e vícios posturais condicionam regularmente programas motores de marcha/corrida com pouca margem de progressão.É aqui que os pais são determinantes não a avaliar os filhos mas a requerer uma avaliação por médico fisiatra ou por profissional de educação física. Estas avaliações são de particular importância na adolescência devendo ser realizadas aos 13,15 e 17 anos.
Treino
Em determinada fase de desenvolvimento do jovem este terá de reduzir a actividade lúdica e iniciar actividade física objectiva. A boa postura corporal e a marcha/corrida correctas não são suficientes. É de particular importância a preparação física de base que vai permitir ao futuro campeão a realização plena dos treinos. Convêm que tudo funcione com muita alegria, mas com objectivos precisos em vista. Muitos atletas ficam pelo caminho do sucesso por não terem o acompanhamento técnico e o grupo de trabalho adequado aos seus objectivos. Erros de treino poderão ser irreversíveis. A musculação e o trabalho de resistência em particular terão de ser bem enquadrados no plano de treino, sob pena de a médio/longo prazo, prejudicar mais do que facilitar.O treino deve ser o mais específico possível. Não se melhora significativamente a corrida a treinar ciclismo. Se a ideia é melhorar a velocidade de corrida a maior parte do treino deve ser nesse sentido. O mesmo se passa com qualquer outra acção motora. É pois fundamental ter os melhores treinadores, equipamento e departamento técnico a apoiar o futuro campeão.
Humildade, voluntarismo e confiançaEstas qualidades são fundamentais para que o atleta possa progredir.A humildade pressupõe querer aprender e melhorar. Em tempos como médico de uma equipa de futebol profissional fiquei surpreendido pelo facto de a maioria dos jogadores terem défices técnicos preocupantes. Contudo em vez de os tentarem corrigir só se preocupavam em os ocultar no campo, não fosse algum jornalista fazer referência a essa falta. Lembro-me de um deles que só sabia jogar com o pé direito quando lhe sugeri um plano para melhorar progressivamente o desempenho do pé esquerdo em passes, dribles e remates me confidenciou que se algum jornalista o visse jogar com o pé esquerdo ele nunca mais teria emprego. Outros não rematam com força a mais de 15 metros da balizam porque não o sabem fazer. Surpresa?...O voluntarismo implica predisposição para a actividade. É fabuloso trabalhar com atletas que estão sempre disponíveis para melhorar um pormenor. É triste ser treinador de atletas que treinam com pouca vontade e gosto. Para o jogador ambicioso estes grupos são um obstáculo a evitar.A confiança nele, no treinador e no grupo de trabalho é fundamental para os resultados aparecerem.
Alimentação e suplementos
No mundo competitivo de hoje ninguém é campeão com défices alimentares e sem suplementos. Estes últimos sem serem doping ajudam o organismo a melhorar o seu desempenho. Aconselhe-se com um nutricionista na área de desporto..
Prevenção de lesões Não há campeões com lesões sistemáticas ou com quadros clínicos de risco. Para mais informação consulte o nosso item prevenção de lesões no desporto.

in http://www.boafisioterapia.com/

PROGRAMA DE REINÍCIO À ACTIVIDADE DESPORTIVA PARA ATLETAS

O problema que se põe a todos os atletas após lesão é como reiniciar a actividade desportiva com segurança e sem risco de nova lesão. Que fazer e qual a sequência de exercícios a realizar?

Antes de iniciar a actividade é de esperar que o programa de boa fisioterapia lhe tenha retirado por completo as dores e restituído à normalidade amplitudes articulares e proprioceptividade. Já o reforço muscular é menos preocupante considerando-se aceitável um desempenho inicial de 50 % relativamente a músculo ou grupo muscular contralateral.Posto isto comecemos por alertar que o atleta não deve realizar qualquer exercício que lhe dê dor ou para a qual não está preparado. Como saber se está preparado para um exercício antes de o realizar?A forma mais simples é estabelecer uma bateria de exercícios de dificuldade crescente e avaliar o seu desempenho. Não se deve passar para o exercício seguinte sem um desempenho de pelo menos 50% no anterior. Algumas destas avaliações poderão requerer o auxílio de médico fisiatra ou de profissional de educação física ou treinador.

Trabalho geral. Exercícios a realizar:
1 Bicicleta ergométrica com selim alto permitindo a extensão completa do joelho
2 Simulador de escadas
3 Andar com níveis variáveis de flexão do joelho
4 Saltar à corda com um ou dois apoios com flexão variável do joelho (não ultrapassar 40ª de flexão)
5 Marcha lateral sem e com passagem do pé de suspensão à frente ou atrás do pé de apoio
6 Saltos unipodais laterais com reacção progressiva ao solo
7 Saltos unipodais de sentido antero posterior com reacção progressiva ao solo
8 Corrida lenta
9 Acelerações progressivas
10 Aceleração progressiva com manutenção da velocidade atingida (de 20metros/20metros a 30 metros/60metros)
11 Corrida prolongada (igual ou maior que 10 minutos) com velocidade progressiva
12 Sprints de 30 a 60 metros
13 Corrida com mudanças de direcção
14 Corrida com mudança de sentido de lado e de frente
15 Treino livre
Trabalho específico. Futebol
1 Dar toques de bola
2 Passes para a parede
3 Circuito conduzindo a bola entre obstáculos
4 Remates de intensidade progressiva à parede
5 Passar para outro jogador
6 Jogar a ficar no meio
7 Treinar dribles
8 Treinar situações de jogo.
9 Treino sem restrições

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Dia Mundial da Fisioterapia!

9 de Setembro de 2009